HNSC confirma baixo índice de contaminação por covid entre seus profissionais
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jun-21

HNSC confirma baixo índice de contaminação por covid entre seus profissionais

 

Felizmente o Hospital Nossa Senhora da Conceição está na contramão das estatísticas que mostram grande número de profissionais da saúde sendo vitimados pela covid-19, tanto nos tratamentos demorados como nas situações que vão a óbito.

Segundo dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde, os técnicos de enfermagem já respondem por um terço de todas as mortes provocadas pela doença em Minas Gerais.

A planilha também mostra adoecimentos e óbitos de agentes comunitários e de combate a endemias, seguidos por médicos e dentistas. Logo atrás aparecem as mortes entre técnicos de radiologia e laboratórios, além de fisioterapeutas, nutricionistas e outros.

A maior parte das contaminações acontece no próprio ambiente de trabalho e é nesse quesito que o HNSC se destaca ainda mais, tendo em vista o baixo número de casos registrados.

A enfermeira Carla Cortez dos Santos, coordenadora da Comissão do Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), informou que do início da pandemia até agora, somente 72 profissionais foram contaminados, dos mais de 500 que prestam serviços na Instituição. O ápice aconteceu em dezembro, quando o vírus atingiu 28 funcionários.

E a satisfação dela aumenta ao citar que todos os que testaram positivo para a doença tiveram casos leves, que foram tratados em domicílio mesmo. Carla credita esse bom resultado às permanentes capacitações profissionais de todas as equipes, voltadas para controle rigoroso de infecções e mais segurança no trabalho.

“Além de instruir nossas equipes com informações importantes e precisas, temos reforçado a necessidade dos cuidados básicos que são a paramentação adequada, higienização constante das mãos e uso de máscaras. Juntas, essas medidas oferecem proteção de até 90%”, diz ela.

Carla também comentou o crescimento dos casos de infecção por covid-19 em Pará de Minas, sobretudo nas faixas etárias mais jovens. Ela reconhece que isso se deve a dois fatores – o primeiro é a imunização das pessoas da terceira idade e o outro é o descuido dos mais novos.

“Na falsa ideia de estarem longe do vírus eles não se protegem, mantendo aglomerações, lotando bares e se descuidando em vários outros aspectos. Até chegar o momento da imunização de rebanho correm sérios riscos e transmitem os mesmos a familiares”, concluiu.

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