Paciente da ala covid comemora aniversário com videochamada para a família
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maio-21

Paciente da ala covid comemora aniversário com videochamada para a família

 

Cada batalha vencida contra a Covid-19 merece ser celebrada, tanto pelos pacientes, quanto pela família e também pela equipe médica responsável. Nesta semana, a paciente Luciana Soares, internada desde o dia 26/04 na ala covid do Hospital Nossa Senhora da Conceição, teve dois excelentes motivos para comemorar. O primeiro foi sua extubação, que consiste na retirada do tubo usado para ventilação mecânica, no qual a paciente voltou a respirar de forma espontânea.

O segundo foi a comemoração de seu aniversário, que foi em 11/05. Mesmo à distância, a família pode cantar os parabéns por meio de videochamada. Luciana gosta muito de celebrar a data e, pensando nisso, a família também confeccionou cartazes e balões para que o momento ficasse marcado de forma especial. Os nossos profissionais da ala covid participaram deste momento e celebraram junto da família. Foi emocionante!

O vídeo pode ser conferido clicando aqui.

 

Leia também: “Videochamada busca aproximar pacientes internados com covid e seus familiares”

 

Videochamada aproxima família e pacientes

Nos hospitais, pacientes com covid-19 ficam isolados e têm contato apenas com os profissionais que atuam na linha de frente de combate ao vírus. Para evitar contaminações, visitas não são permitidas, aumentando a saudade dos entes familiares e amigos e a sensação de solidão.

Foi pensando nisso que o HNSC colocou em prática um novo projeto para diminuir essa distância, já que muitos pacientes ficam internados por semanas. Agora é possível fazer videochamadas e conversar com a família.

Quem conta mais sobre essa novidade é a supervisora do setor de Serviço Social, Celina Navarro Grassi. “É uma demanda desde o início da pandemia e agora conseguimos um celular para fazer as videochamadas. Não é para todos os pacientes, há um estudo de caso antes para sabermos se ele quer ou se consegue fazer a videochamada.”

Celina explica que, para prestar este acolhimento presencial aos pacientes internados, há também uma equipe composta por psicóloga e assistente social, que vão de leito em leito tentar amenizar um pouco a angústia do paciente. “Fora isso, temos também uma assistente social que liga para as famílias para saber como elas estão passando por esse momento, se estão recebendo as informações, se está tendo alguma dúvida, ou pendência que possamos ajudar de alguma maneira”, finaliza.

 

 

 

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